
Trovare la forza dell’automotivazione
«Un uomo, se ci crede veramente, può diventare re» disse Casanova. Il senso di questa frase è da rinvenire tra le righe. Un re non deve possedere necessariamente un Regno per sentirsi tale.
Può essere re un parroco che riempie tutte le domeniche la sua chiesa; un commerciante che vede il proprio negozio affollato da una clientela soddisfatta; un docente che vede i propri allievi interessati e propositivi.
Dapprima dobbiamo credere noi stessi di essere un re, poi gli altri. Se noi stessi non abbiamo un buon concetto di noi, potranno mai averlo gli altri? Chi non crede di poterlo essere, non lo diventerà mai!
Per Henry Ford «il successo risiede prima nella mente, poi in tutto il resto; ma pochi lo sanno». Ford stesso ebbe le prime due attività imprenditoriali dagli esiti fallimentari, ma la terza fu ben altro.
Simile pensiero anche per il barone Bich, delle omonime penne da scrivere e non solo: «prima ci ho creduto; poi l’ho voluto; infine mi sono semplicemente dato da fare».
Siamo noi, con i nostri pensieri, le nostre convinzioni, i nostri modi di fare, a condizionare e indurre la nostra condizione e quindi il nostro destino.
Volere è potere.
Ma cosa si vuole realmente? Per analizzare i nostri desideri dobbiamo procedere per passi, step by step.
Primo passo
Cosa vogliamo e che prezzo sia disposti a pagare? Molti si fermano al desiderio. Distinguiamo pertanto i desideri (inutili e onirici) dagli obiettivi (utili, ma da conquistare con sacrifici e fatica).
Ora iniziamo a delineare ciò che al di là di ogni altra cosa realmente vogliamo.
Come porsi gli obiettivi? Trovare i nostri reali obiettivi richiede una accurata analisi di noi stessi. Ripensiamo ai momenti più felici della nostra esistenza e scriviamoli su un foglio così come ci vengono in mente. Realizziamo così una lista.
Ora analizziamo la lista dei nostri momenti d’oro, cercandone la essenza profonda. Trovato il comun denominatore dei nostri momenti felici, abbiamo individuato la leva della nostra futura motivazione. Siamo cioè appagati dal plauso di chi ci conosce oppure da una attività solitaria e indipendente.
Iniziamo ora a delineare un nostro profilo: vorremmo essere ricchi, famosi, indipendenti, altruisti… Sempre sullo stesso foglio scriviamo anche quello che ci piacerebbe possedere: casa, villa, automobile, piscina… Attenzione a scegliere cose che vogliamo realmente. Se scegliamo desideri e non obiettivi, non ci impegneremo a sufficienza per perseguirli, non sentendone una sufficiente motivazione!
Ora sappiamo quello che vogliamo e come ottenerlo! Selezioniamo dal primo elenco secondo criteri di compatibilità con la seconda lista. Abbiamo l’obiettivo e il mezzo da raggiungere. Abbiamo una meta da raggiungere.
Per riuscire a fare quello che vogliamo, dobbiamo abituarci a controllare i nostri stati d’animo, oltre a pregiudizi e convinzioni personali. Dominare i nostri stati d’animo e mantenere un atteggiamento positivo anche innanzi agli eventi più negativi. Tutto è sta in noi: dalla convinzione di poter vincere, alla determinazione di riuscirci.
Semplici tecniche per automotivarci
1. GIUSTA ANALISI: ogni situazione può essere vissuta in due modi, uno dei quali à’ quello positivo. Solo gli aspetti positivi interessano noi, solo quelli!
2. IMITAZIONE : scegliamo un modello al quale ispirarci; conformiamoci al suo modo di essere. Il Panglos del Candido di Voltaire ne e’ un esempio!
3. ANCORAGGIO : tesaurizziamo una esperienza positiva dentro di noi; richiamiamola alla mente al delinearsi di eventi negativi.

MOTIVAÇÃO É o Caminho para o SUCESSO
MOTIVAÇÃO e SUCESSO, são Palavras que nos reforçam…
Num lugar onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com as frases:
Vejam como sou feliz!
Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela casa, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.
Alguns passantes olhavam-o intrigados, outros achavam-o doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e verificava que em cada dia que passava, a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e disse-lhe:
- Você é muito criativo!…
Não gostaria de colaborar numa campanha da minha empresa?
- Vamos lá…
Só tenho a ganhar! ,
respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa…

Daí para frente a sua vida foi uma seqüência de sucessos até se tornar um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu como conseguiu sair da mendicância para tão alta posição…
Contou:
- Bem, houve uma época em que eu costumava-me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:
Sou um nada neste mundo!
Ninguém me ajuda!
Não tenho onde morar!
Sou um homem fracassado e maltratado pela vida!
Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados !
Mal consigo sobreviver!
As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia:

Tudo o que você fala a seu respeito vai reforçando-se.
Por pior que esteja a sua vida, diga que está tudo bem.
Por mais que você não goste da sua aparência, afirme-se bonito.
Por mais pobre que seja, diga a si mesmo e aos outros que é próspero.
Aquilo tocou-me profundamente e, como já não inha nada a perder, decidi trocar os dizeres da placa…
E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida trouxe-me a pessoa certa para tudo o que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje…
Tive apenas que entender o Poder das Palavras…
O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade…
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores
ainda, pois o Universo as reforçará…
Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou: - O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor: - Claro que não, minha ingênua amiga!…
Primeiro eu tive que acreditar nelas!…
Tudo que você diz, escreve ou pensa a seu respeito, é recebido pelo Universo como uma oração.


Antes de desistir, pense que somente alcança o sucesso quem insiste, apesar de tudo.
Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dançando e fez mais de 40 filmes, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu a resposta de que não sabia atuar. Era careca, e ainda dançava pouco. Em 1950 ganhou um Oscar honorário e em 1970 em Prêmio UNICRIT, concedido no Festival de Berlim em reconhecimento à sua contribuição ao gênero musical.
Ao professor de Enrico Caruso, diziam que ele não tinha voz e não era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele não desistiu e se tornou famoso cantor de ópera, admirado até os dias atuais.
Winston Churchill foi reprovado na sexta série. Somente se tornou primeiro ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu. Chegou a dizer um dia: “- Eu deixaria a política para sempre, se não fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro”. Ele conseguiu.
Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de idéias. Você pode imaginar tal coisa? Antes de construir a Disneylândia, foi à falência diversas vezes. Nunca desanimou.
Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por três vezes ele foi reprovado na admissão à escola de artes. Descrito como o pior aluno da escola, Rodin não desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como o pensador, o beijo e filho pródigo.
Assim acontece com todos os que perseguem seus sonhos, não se permitindo desanimar por derrotas ou julgamentos precipitados. Lembre-se você pode ser derrotado, mas não fracassará enquanto continuar tentando.
Logo haverá de descobrir que ainda há muitas tentativas a serem feitas. Há muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos, e muitas conquistas a serem alcançadas. Não há limites para quem acredita que pode atingir seus objetivos, e que pode concretizar os seus sonhos e projetos.
Pense nisso e tente outra vez. E outra mais. Não se deixe abater por críticas, ou experiências mal sucedidas. Vá em frente. Tente de novo e verá que os seus esforços
"Merecem louvor os homens que em si mesmos encontraram o impulso, e subiram nos seus próprios ombros "
(Séneca)
Porquê essas diferenças?
Em qualquer âmbito profissional, é fácil ver como há pessoas que sobressaem pela sua perseverança e dedicação ao trabalho, e isso faz com que superem outros colegas que possuem uma capacidade intelectual bastante mais elevada. Porque sucede isto? Porque é que uns conseguem manter esse esforço durante anos e outros não, ainda que o desejem?
Quase todas as pessoas desejariam chegar a uma situação profissional mais elevada, e a maioria delas tem talento pessoal que sobra para o conseguir. Porque é que uns conseguem transformar esse desejo numa motivação diária que os faz vencer a inércia da vida, e outros, pelo contrário, não?
Porque é que há crianças que estudam constantemente sem que pareça custar-lhes muito, e outros, pelo contrário, não há maneira de o fazerem, ainda que os castiguem, e que se lhes fale claramente, serenamente, das consequências que a sua preguiça lhes vai trazer?
Parece claro que estamos a falar de algo que não é questão de coeficiente intelectual:
É fácil verificar que as pessoas mais esforçadas e motivadas não coincidem com as de maior coeficiente intelectual.
Há pessoas inteligentíssimas que são muito preguiçosas, e há pessoas de muito poucas luzes que mostram uma perseverança admirável. Porquê?
- Será uma questão de força de vontade, suponho eu.
Sim, mas falta uma motivação para pôr em andamento a vontade. Como assinalou o Senador Enrique Rojas, a partir da indiferença não se pode cultivar a vontade. Para se ser capaz de superar as dificuldades e os cansaços próprios da vida, é preciso ver cada meta como algo de grande e positivo que podemos e devemos conseguir. Por isso, nas pessoas motivadas sempre há "alguma coisa" que lhes permite obter satisfação onde os outros não a encontram; ou alguma coisa que lhes permite adiar essa satisfação (a maioria das vezes a motivação implica um adiamento, pois supõe sacrificar-se agora com o fim de conseguir mais tarde algo que consideramos mais valioso).
Parece claro que nas pessoas motivadas há toda uma série de sentimentos e factores emocionais que reforçam o seu entusiasmo e a sua persistência perante os contratempos normais da vida.
Mas sabemos também que os sentimentos nem sempre se podem produzir directa e livremente. A alegria e a tristeza não se podem motivar da mesma maneira que fazemos um acto de vontade. São sentimentos que não podemos governar como governamos, por exemplo, os movimentos dos braços. Podemos influenciar a alegria ou a tristeza, mas apenas de maneira indirecta, preparando-lhes o terreno no nosso interior, estimulando ou repelindo as respostas afectivas que vão surgindo espontaneamente no nosso coração.
O sentimento da própria eficácia
A fé de uma pessoa nas suas próprias capacidades tem um surpreendente efeito multiplicador sobre essas mesmas capacidades.
Aqueles que se sentem eficazes recuperam mais depressa dos fracassos, não se perturbam demasiado pelo facto de que as coisas possam correr mal; pelo contrário, fazem-nas o melhor que podem e procuram a maneira de as fazer ainda melhor na vez seguinte. O sentimento da própria eficácia tem um grande valor estimulante, e vai acompanhado por um sentimento de segurança que alenta e conduz à acção.
E não é um sentimento um pouco altivo?
É certo que pode viver-se na sua versão arrogante, envolvido numa atitude de certo desprezo, ou até de temeridade. É verdade que há pessoas que parece que só estão contente, se conseguirem dominar os outros (e a essas pessoas o sentimento da sua própria eficácia pode levá-las a comportamentos hostis ou agressivos).
Mas não são essas as atitudes a que nos referimos agora. Felizmente, a busca do sentimento da própria eficácia não tem que conduzir a um desejo de dominação dos outros. Tem outras versões mais construtivas, que levam a sentir-se dono de si mesmo, possuidor de qualidades que - como sucede com todas as pessoas - são irrepetíveis, a ver-se capaz de controlar a própria formação e o próprio comportamento.
Como explicou José António Marina, os sentimentos fazem-nos a nós mesmos; são uma maneira de avaliar a nossa eficácia pessoal, a nossa capacidade para realizar tarefas e enfrentar os problemas; não são sentimentos maus, apenas intervêm como ingrediente decisivo em outros muitos sentimentos pessoais, sobretudo no que se refere á nossa relação com os demais.
Nós, as pessoas, temos uma profunda capacidade de dirigir a nossa própria conduta. Prevemos as consequências do que fazemos, propomo-nos metas e fazemos valorizações sobre nós mesmos. E tudo isso pode ser estimulante ou paralizante, positivo ou negativo, construtivo ou autodestrutivo. A nossa inteligência será impulsionada ou perturbada por esses sentimentos, que constituem um campo de forças, animadoras ou depressivas, entre as quais há que abrir caminho a um comportamento inteligente.
- Por que dizes abrir caminho?
Porque há bastante diferença entre dispor de uma determinada capacidade e ser capaz de chegar a utilizá-la. Por essa razão, pessoas distintas com recursos semelhantes - ou a mesma pessoa em distintas ocasiões - podem ter um rendimento muito diferente.
O dia-a-dia requer uma contínua improvisação de habilidades que permitirão abrir caminho entre as diversas circunstâncias que se nos deparam, tantas vezes ambíguas, imprevisíveis e stressantes. Cada um lhes responde com sentimentos distintos, que o levam a uma retirada ou à constância, dependendo da ansiedade que produzam e da sua capacidade para a suportar.
As pessoas temem - e por isso tentam evitá-las - aquelas situações que consideram acima das suas capacidades, e escolhem aquelas que são mais capazes de manejar. Por isso, a ideia que temos de nós mesmos condiciona em grande parte as nossas acções.
Por exemplo, aqueles que se consideram pouco afortunados na sua relação com os outros, os que se menosprezam na sua capacidade de ganhar a amizade dos outros, ou as suas possibilidades de encarar o noivado, têm tendência para exagerar a gravidade tanto das suas próprias deficiências como das dificuldades exteriores que se lhes apresentam. E essa autopercepção de ineficácia ou incapacidade costuma ir acompanhada por um aumento daquilo a que poderíamos chamar medo antecipado, que facilita, por sua vez, o fracasso. Pelo contrário, quando o sentimento da própria eficácia é alto, o medo do fracasso diminui, e com ele as possibilidades reais de fracassar.
A imagem reflecte
A imagem que cada um tem de si mesmo é, em grande parte, reflexo daquilo que os outros pensam sobre nós; ou, melhor dizendo, a imagem que cada um tem de si mesmo é em grande parte o que queremos que os outros pensem sobre nós.
Não podemos esquecer-nos, além disso, de que a imagem que alguém tem de si mesmo é uma componente real da sua personalidade, e que regula em boa parte o acesso à sua própria energia interior. E, em muitos casos, não só permite o acesso a essa energia, como inclusivamente cria essa energia.
Como pode a imagem de si mesmo criar energia interior?
É um fenómeno que pode observar-se claramente, por exemplo, nos desportos. Os treinadores sabem bem que, em determinadas situações anímicas, os seus atletas rendem menos. Quando uma pessoa sofre um fracasso, ou se encontra perante um ambiente hostil, é fácil que se sinta desanimado, desvitalizado, com falta de energia.
Quando uma equipa de futebol joga com entusiasmo, os jogadores desenvolvem-se de uma forma surpreendente. Também isso acontece com os corredores de fundo, os ciclistas: podem estar no limite da sua resistência pelo cansaço de uma grande corrida, mas a aclamação do público ao dobrar uma curva parece pôr-lhes asas nos pés.
A nossa energia interior não é um valor constante, mas depende muito do que pensamos de nós mesmos. Se me considerar incapaz de fazer algo, será extraordinariamente difícil que o faça, se é que chego a fazê-lo.
Além disso, o caminho do desânimo tem também o seu poder de sedução, porque o derrotismo e o vitimismo se apresentam para muitas pessoas como algo realmente tentador.
A própria imagem tem um efeito decisivo na sua própria energia interior.
E nisto também se adquire um hábito: o tom vital optimista ou pessimista, o ângulo favorável ou desfavorável com que vemos a nossa realidade pessoal, também é algo que em grande parte se aprende, algo em que qualquer pessoa pode adquirir um hábito positivo ou negativo.
- E isto de pensar tanto na própria imagem não é um pouco narcisista?
O narcisista sofre porque não se ama a si mesmo, mas sim a toda a sua imagem, e dela acaba por ser um autêntico escravo. No momento de escolher entre si mesmo e a sua imagem, acaba na prática preferindo a sua imagem. E essa é a causa das suas angústias: uma atenção exagerada à sua figura tem como consequência uma falta de identificação e garantia em si mesmo.
Optimismo: O grande motivador
Matt Biondi, estrela da equipa de natação dos Estados Unidos nas Olimpíadas de 1988, Tinha muitas esperanças de igualar a proeza de Mark Spitz em 1972: ganhar sete medalhas de ouro.
No entanto, Biondi ficou em terceiro lugar na primeira das suas provas, os 200 metros livres; e na prova seguinte, os 100 metros mariposa, foi de novo desterrado para um segundo lugar no sprint final.
Os comentadores desportivos predisseram que aqueles fracassos desanimariam Biondi, que tinha partido como favorito em ambas as provas. Porém, e contra todas as expectativas, a sua reacção não foi de desânimo, mas sim de superação, pois ganhou a medalha de ouro nas cinco provas restantes.
O optimismo é uma atitude que impede de cair na apatia, no desespero e tristeza perante as adversidades. Como assinalou Martin Seligman, o optimismo (um optimismo realista, compreenda-se, porque um optimismo ingénuo pode ser desastroso) influencia a forma como as pessoas explicam a si mesmas os seus êxitos e os seus fracassos.
Os optimistas têm tendência a considerar que os seus fracassos se devem a algo que pode mudar, e por isso é mais fácil que na ocasião seguinte lhes saiam melhor as coisas.
Em contrapartida, os pessimistas atribuem os seus fracassos a obstáculos que se consideram incapazes de modificar.
Por exemplo, ante um insucesso, ou uma paragem laboral, os optimistas tendem a responder de forma activa e esperançada, procurando ajuda e conselho, vendo a boa direcção, procurando remover os obstáculos; os pessimistas, pelo contrário, consideram logo esses contratempos como algo quase irremediável, e reagem pensando que quase nada podem fazer para que as coisas melhorem, e não fazem quase nada. Para o pessimista, as adversidades quase sempre se devem a alguma deficiência pessoal insuperável ou a alguma conspiração egoísta e má dos outros.
A questão chave é que se vá em frente quando as coisas se mostram frustrantes. O optimismo é muito importante na vida de qualquer pessoa; e na tarefa de educar poder-se-ia dizer que é imprescindível, pois a educação, de certa forma, pressupõe o optimismo, pois educar é crer firmemente na capacidade de o homem melhorar os outros e de se melhorar a si mesmo.
Estilos Pessimistas e estilos Optimistas
Há na actualidade indícios claros de que a predisposição para a depressão está a aumentar de modo preocupante entre os jovens. A tendência patológica para a autocompaixão, o abatimento e a melancolia aparecem cada vez com maior frequência e em idades mais jovens.
Se bem que a tendência para a depressão tenha uma origem parcialmente genética, esta é potenciada por hábitos mentais pessimistas que, quando se dão, predispõem quem sofre deles a sentir-se abatido ante os pequenos contratempos da vida (problemas escolares, falta de entendimento com os pais, dificuldades nas suas relações sociais, etc. ). O que resulta mais revelador é que muitas das pessoas com tendência para a depressão estavam profundamente dominadas por hábitos mentais pessimistas antes de cair nela, e isto faz pensar que lutar contra esses hábitos é uma boa maneira de prevenir.
Todos nós sofremos de fracassos que momentaneamente nos submergem numa situação de impotência ou desmoralização. Porque é que umas pessoas saem prontamente dessa situação, enquanto outras ficam fechadas nela como numa armadilha?
Cada pessoa tem uma maneira para explicar e enfrentar os acontecimentos que a afectam. As pessoas pessimistas tendem a explicar os sucessos desagradáveis com razões de tipo pessoal (é culpa minha), com carácter permanente (há-de ser sempre assim) e projectando de forma expansiva sobre o futuro (isto vai arruinar a minha vida completamente). Com essa atitude, a sensação de fracasso já não é algo do passado e do presente, mas converte-se numa negra antecipação do futuro: tudo vai ser assim, por minha culpa e para sempre.
As pessoas optimistas são totalmente opostas: há coisas que não dependem de mim, as más situações não vão durar sempre, nem ocupam toda a vida, apenas uma pequena parte dela.
Que se pode fazer para passar de um estilo pessimista para um optimista?
Não é uma pergunta simples, se bem que talvez a chave esteja em aprender a mudar um pouco a maneira de pensar, o estilo com que explicamos as coisas que nos afectam e a atribuição das causas do que nos sucede. Como dizia J. Escrivá de Balaguer, "não chegarás a conclusões pessimistas se te aperfeiçoares".
- E pensas que esses estilos são de nascimento?
Se bem que sempre haja uma determinação genética dessa propensão optimista ou pessimista, influencia de modo decisivo a aprendizagem pessoal, e desde tenras idades. Por exemplo, um menino de sete anos terá uma maneira muito pessoal de explicar as coisas que lhe sucedem. Antes dessa idade, os meninos são sempre optimistas, razão pela qual não há depressões nem suicídios nos meninos mais pequenos (houve meninos de cinco anos que cometeram assassinatos, mas nunca atentaram contra a sua própria vida).
- E o que é que determina essa forma de enfrentar as coisas?
Sobretudo, a maneira como os pais explicam cada coisa que sucede. Um menino ouve continuamente comentários sobre os acontecimentos da vida diária. As suas antenas estão sempre desdobradas, e sente um inesgotável interesse em encontrar explicações para as coisas. Busca com insistência os porquês. O pessimismo e o optimismo dos pais e irmãos é recebido pelo menino como se fosse a própria estrutura da realidade.
Outro elemento decisivo é a maneira como os adultos - pais, outros familiares, os seus professores, a criada, etc. - valorizam ou criticam o comportamento das crianças. As crianças fixam muito, e não só o conteúdo da censura, mas também a forma como é feita.
Por exemplo, é muito diferente se as reprimendas ou censuras se baseiam em causas permanentes ou em questões conjunturais. Se a um menino ou a uma menina se disse: "Disseste uma mentira", "Não estás a tomar atenção", "Estudaste pouco para este teste de Matemática", ou frases semelhantes, recebê-las-á como observações baseadas em descuidos ocasionais e específicos que pode superar.
Em contrapartida, se se lhe disser habitualmente: "És um mentiroso", "Estás sempre distraída", "És muito má a matemática", etc., o menino ou a menina entenderá isso como algo permanente nele, e muito difícil de evitar.
A forma de educar
Dificulta ou favorece
A motivação
O mundo emocional de cada um dificulta ou favorece a sua capacidade de pensar, de sobrepor-se aos problemas, de manter com constância alguns objectivos. Por isso, a educação dos sentimentos estabelece um limite da capacidade de fazer render os talentos de cada um.

Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a natureza e as pessoas.
Não espere ter as condições ideais para se entusiasmar.
Nós é que temos que transformar a nossa vida numa Vida Entusiástica.
Não é a realidade da vida que tem que nos entusiasmar,
nós é que temos que entusiasmar a realidade da nossa vida!
Nós é que temos que entusiasmar nossas idéias...
"DICAS PARA SE VIVER ENTUSIASTICAMENTE"
1- Afaste-se das pessoas e dos fatos negadores e negativos.
Se você se deixar envolver por um ambiente negativo,
você vai se transformar numa pessoa negativa.
2- Acredite nos seus "insights" positivos.
Os vencedores são aqueles que acreditam nas suas idéias.
3 - Não reclame constantemente.
Quando a gente reclama muito, se habitua a reclamar cada
vez mais e acaba se transformando numa pessoa azeda.
É insuportável conviver com pessoas que só vivem se queixando!
4- Cultive a alegria e o bom humor... Aprenda a sorrir!
Terapia do Riso :
Habituar-se a sorrir, a achar graça de si mesmo.
O sorriso tem um efeito poderoso em nossa vida;
as pessoas que zombam dos próprios erros, são mais felizes
e mais fortes.
5- Ilumine seu ambiente de trabalho e da sua casa. A escuridão
traz a depressão!
O ambiente determina a condição funcional
em que as pessoas agem e fazem as coisas ocorrerem.
6- Seja alguém disposto a colaborar com os outros.
Sempre ache uma maneira de participar!
Traga as pessoas mais próximo de você.
Participe, converse com as pessoas com as quais convive.
interesse-se pelas pessoas à sua volta!
7 - Surpreenda as pessoas com "momentos mágicos".
Contagie os outros... Faça com que ao entrar num ambiente,
as pessoas se contagiem com a aura de entusiasmo que envolve
você!
8 - Faça tudo com sentimento de perfeição.
Faça as coisas com vontade de fazer! Não faça nada pela metade!
Faça as coisas com desejo de acertar e de criar o mais correto
possível!
Ande bem vestido, limpo e perfumado.
Tenha orgulho da sua imagem.
Gostar de si próprio, mantendo a auto-estima,
é fundamental para o Entusiasmo.
10 - Aja prontamente. Faça agora!
"DO IT NOW"
Não postergue, não deixe para amanhã.
Quando tiver alguma coisa para fazer, faça imediatamente.
Sentiu que é o momento certo?
- Aja! ! !
"ENTUSIASMO SIGNIFICA TER DEUS DENTRO DE SI."
Descubra o entusiasmo na Vida!
Seja capaz de transformar as coisas e fazê-las acontecer.
Não espere as condições ideais, faça o Entusiasmo ocorrer
pela crença de que você é capaz de realizações eficazes e de...
VENCER OBSTÁCULOS ! ! !
Conta-se que um doente de um hospital psiquiátrico permanecia com o ouvido encostado na parede. A enfermeira, um dia, perguntou-lhe: que você está fazendo aí?
Silêncio! Cochichou o doente, acenando para que a enfermeira também encostasse o ouvido na parede. A enfermeira concordou e permaneceu ali durante uns minutos, prestando atenção:
Não estou ouvindo nada, ela disse.
Eu também não, replicou o doente com a testa franzida. É assim o dia inteiro!
As pessoas que se preocupam com cada detalhe de sua vida são como este paciente. Umas se preocupam com o que poderia ter sido dito, outras com o que foi dito. Algumas se preocupam com o que poderia acontecer. Outras com o que não aconteceu, mas deveria ter acontecido. Há ainda as que se preocupam com o futuro.
Com quem será que vou me casar? Até que idade vou viver? Será que um dia meu marido (ou esposa) me trairá? Outras se afligem com o que fizeram no passado e com as conseqüências disto.
Deus não nos criou para termos uma vida que é um fardo, Ele quer que tenhamos vida abundante, tanto na mente, como no corpo e no espírito. Assim como uma flor, fomos criados para florescer, e não para murchar na videira.
Resumo

Se você está há algum tempo desempenhando as mesmas tarefas, ocupando o mesmo cargo ou na mesma empresa sem muitas mudanças, é possível que o entusiasmo do início tenha caído em função da rotina.
Veja essas dicas para encontrar novas motivações.
Passos
Importante
É simples manter a motivação quando um plano de longo prazo, desejado e elaborado com cuidado, dá sentido às ações diárias e desafia a nossa capacidade de crescer e nos desenvolvermos.

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da própria esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste? Não!
Volta a escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o tachavam de “visionário”.
O homem fica chateado? Não!
Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.
O homem se desespera e desiste? Não!
Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa.
Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não!
Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.
Ele entra em pânico e desiste? Não!
Encurtando a história: hoje a HondaCorporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Portanto, se você adquiriu a mania de viver reclamando, pare com isso! O que sabemos é uma gota d’água. O que ignoramos é um oceano. Lembre-se, nosso dia não se acaba ao anoitecer e sim começa sempre amanhã, não se desanime, vamos acordar todo dia como se tivéssemos descobrindo um mundo novo
Jesus resumiu toda a Lei e os profetas na regra de ouro: não faça aos outros o que não quer para si mesmo. E, explicou que o amor é a única forma de nos sintonizarmos com o Cósmico.
A Casa do Aprendiz foi elaborada com o objetivo de ajudá-lo a tomar posse de todo potencial latente em seu íntimo através da readequação de sua Energia Essencial. Acredito que o amor incondicional que nos torna aptos a colaborar com a Grande Obra do Ser é embasado em sentimentos nobres, bem-aventurança, gratidão e equilíbrio emocional. A partir da readequação dessas energias cósmicas dentro de nós, somos capazes de criar o bem-estar internamente e conseqüentemente plasmá-lo no mundo dos fenômenos.
A seguir; deixo uma apanhado das principais formas de readequação do seu campo energético vital:
- Disciplina Mental,
- Realinhamento energético,
- Domínio das emoções,
- Exercícios progressivos,
- Elaboração de novos paradigmas positivos,
- Hábitos diários de repetição, para criação de novos padrões de pensamentos e sentimentos,
- Persistência,
- Admitir a si mesmo como uma matriz criadora de todas as coisas que experimenta,
- Buscar constante alinhamento às correntes positivas,
- Acreditar na Abundância e Plenitude cósmica,
- Prosperidade, crescimento e expansão eterna,
- Alinhamento energético permanente à verdadeira Essência Criadora (Deus),
- Acreditar na manifestaçãodo Absoluto no plano relativo,
- Ter auto-aceitação e gratidão por tudo,
- Sempre seguir o entusiasmo focalizando pensamentos prósperos e positivos,
- Atenção consciente vivenciando e experimentando a plenitude universal,
- Ampliar a mente ao nível da vibração da Energia Universal,
- Estar bem em todas as dimensões possíveis: Bem Estar, Saúde e Abundância,
- Permitir que o para o Bem-estar flua através de você, estendendo-o para todas as pessoas,
- Atrair o que é permitido de acordo com as Leis Universais, focalizando-se no Bem-estar Universal,
- Trabalhar pela constante ampliação dos seus horizontes pessoais,
- Promover a constante elevação da consciência através de pensamentos direcionados, alinhando-se aos princípios universais da criação,
- Meditar diariamente sobre o Bem-estar, tendo-o como a verdadeira realidade da vida e a base de ação da energia universal,
- Restabelecer internamente os sentimentos relacionados aos seus sonhos e metas,
- Desejar sempre para todas as pessoas: bem-aventurança, prosperidade, paz, harmonia e saúde,
- Expressar ao mundo aquilo que falta para receber a justa medida daquilo que irradiou, aceitanto a grande verdade de que a balança cósmica nunca permite um bem sem uma contrapartida,
- Utilizar-se da imaginação disciplinada para a concentração de energia criativa, manipulando conscientemente o processo criativo,
- Trabalhar pela sincronicidade entre os seus desejos e as suas emoções,
- Aprender a dominar com habilidade o fluxo das emoções,
- Desenvolver um completo auto-domínio e auto-aceitação de si mesmo através da prática diária,
- Controlar o estado emocional, através da aquisição de bom humor e entusiasmo,
- Elaborar novos hábitos saudáveis e mantê-los com sentimento e convicção,
- Persistir no controle fluxo das emoções diariamente, através da concentração em pensamentos positivos,
- Fazer auto-análise positiva diariamente,
- Eliminar os traumas e bloqueios internos com paciência,
- Eliminar paulatinamente as emoções que causam confusão mental, distração e desvio de suas metas,
- Desenvolver a força da crença numa Fonte de Energia da qual tudo se emana,
- Pensar sempre no sucesso, na saúde e na prosperidade,
- Aspirar grandes idealizações e realizações,
- Seguir conscientemente e continuamente um plano de autodesenvolvimento e crescimento pessoal, embasado em princípios éticos e produtivos,
- Criar um padrão de sentimento que aceite que o estado natural do seu corpo e da sua mente é sempre o bem-estar,
- Eliminar sempre na origem a emanação de sentimentos negativos,
- Trabalhar internamente a sua força criadora, gerando uma energia poderosa através de impressões positivas e produtivas.
- Potencializar sempre as emoções positivas com a finalidade de elevar-se a níveis superiores de consciência,
- Gerenciar e filtrar todas as emoções, elevando o padrão energético e criando uma redoma de proteção psíquica, através das mudanças de atitudes internas,
- Aceitar a realidade de que o Cosmos manifesta uma perfeição sutil e uma ordenação absoluta que estabelece as regras de seu governo celeste,
- Aceitar a sua condição de eterno aprendiz.
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